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     Na área de notícias, podemos observar que a conservação de alimentos está muito presente no nosso cotidiano e que devemos tomar todos os cuidados possíveis antes de consumir-mos os alimentos.

  • Notícia 1 : Publicada em 25/07/2007 no site de notícias “G1”

       “Ostra pode ter matado músico, diz médico.

Integrante da Banda Eva comeu ostras em barraca de Salvador, passou mal e morreu.
Resultado dos exames que vão determinar causa da morte sai na sexta-feira.

A infecção generalizada que matou o percussionista da Banda Eva, Fabrício Scaldaferri, o “Fafá”, pode ter sido causada por ostras. O resultado dos exames que vão determinar a causa da morte deve sair na sexta-feira (27), segundo o diretor-médico do Hospital da Bahia, Dr. Izio Kowes.

“A ostra é a principal suspeita, porque não sabemos a sua origem e, como ele ingeriu o alimento cru, na praia, podia estar contaminado. Ainda não identificamos o causador da infecção, mas é provável que tenha sido uma bactéria presente na ostra”, afirma Kowes.

O músico ingeriu o alimento na segunda-feira (23), em uma barraca na orla de Salvador, e começou a passar mal naquela noite. Segundo Kowes, ele recebeu atendimento médico e foi liberado porque os resultados dos exames estavam normais. No entanto, Fafá não melhorou e voltou a ser internado no hospital na terça-feira (24), onde faleceu às 17h.

Segundo Kowes, o músico chegou ao hospital em estado muito grave. “Ele foi atendido com um quadro de insuficiência respiratória progressiva e quadro toxêmico por provável infecção alimentar, mas não respondeu ao tratamento e teve falência múltipla de órgãos”,diz. “É possível que a bactéria tenha causado essa infecção tão grave”, afirma o médico.

Perigo dos alimentos crus

De acordo com o infectologista e chefe da disciplina de Clínica Médica da Unifesp, Dr. Paulo Olzon, ostras podem conter bactérias que transmitem febre tifóide e até hepatite. É necessário conhecer a procedência delas antes de consumi-las, segundo ele.

“É possível comer ostras com menos riscos em lugares distantes de esgoto ou onde o cultivo é feito com responsabilidade. Se a ostra foi cultivada em água contaminada, vai causar problemas”, afirma Olzon. “Por ser geralmente consumida crua, a conservação malfeita também influencia. O mesmo cuidado deve ser tomado com os peixes.”

O médico ressalta que consumo com limão ou hortelã não elimina as bactérias. Segundo Olzon, o ideal é submeter as ostras a altas temperaturas e dar preferência para alimentos que não apresentem tantos riscos.

– Maior Vilão

Apesar da morte do músico possivelmente ter sido provocada por uma intoxicação alimentar após o consumo de ostras, elas não são as principais responsáveis por quadros de intoxicação alimentar. Segundo Olzon, a maionese é uma das maiores causadoras de intoxicação alimentar.

O médico explicou também que os casos são mais comuns no verão, pois o calor favorece a proliferação de toxinas. Para não correr riscos, não se deve comer maionese e molhos expostos ao ambiente por muito tempo, é preciso verificar a procedência de todos os alimentos consumidos sem cozimento e procurar um médico sempre que apresentar sintomas, como mal-estar e enjôos.”

  • Notícia 2: Publicada em 19/09/2007 no site de notícias “G1”

“Cerveja só faz bem se bebida logo, diz estudo.

Nível de substâncias que previnem doenças diminui conforme idade da bebida aumenta.
É melhor consumir em até 15 dias após a data de fabricação, afirma pesquisa.

Se você quer extrair alguns benefícios à saúde da cervejinha do fim de semana, o conselho da ciência é: olhe a data de validade e beba logo. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa feita por Priscila Becker Siqueira, que acaba de concluir seu mestrado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). De acordo com o estudo, a maior quantidade de substâncias benéficas da cerveja está presente até 15 dias após a data de fabricação da bebida.

Segundo a Agência Fapesp, o trabalho de Siqueira se concentrou nas propriedades antioxidantes da cerveja, ligadas ao retardo do envelhecimento celular e à possível prevenção de doenças como problemas cardíacos e males neurodegenerativos. As principais substâncias da cerveja que fazem esse serviço são os compostos fenólicos, oriundos, no caso da bebida, do malte e do lúpulo.

Siqueira avaliou três marcas nacionais de cerveja e descobriu que elas continham cerca de 400 miligramas por litro de compostos fenólicos, contra 700 mg/l no suco de goiaba e até 2 gramas por litro no suco de uva. A pesquisadora testou as marcas de cerveja durante quatro meses, fazendo cinco análises bioquímicas diferentes a cada dez dias e avaliações de aroma e sabor.

A principal descoberta é que, até 15 dias após a data de fabricação, a cerveja perde 35% de seus compostos fenólicos. Ao longo dos seis meses seguintes (prazo médio de validade da bebida), somem mais 15% dos compostos fenólicos originais. A pesquisadora também verificou o aparecimento do famoso “gosto de papelão” — na verdade, causado pelo aumento da concentração de um aldeído (substância da mesma família química do formol) na bebida.

Além de tudo isso, vale sempre o aviso: beber só faz bem se for com moderação.”

 

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